
As cenas de explosões, fugas e tiroteios em Poder Paralelo são quase reais.
Em entrevista ao R7, o diretor Ignácio Coqueiro revela os segredos das sequências que vêm agitando a trama de Lauro Cesar Muniz nas últimas semanas.
Para gravar o momento em que os aliados de Tony (Gabriel Braga Nunes) estouram um caminhão de cocaÃna, ele comandou uma equipe de mais de 50 profissionais, que inclui, desde elenco, até produção, dublês, maquiadores e figurinistas.
A tensão das cenas se reflete também na equipe. Para evitar acidentes, uma brigada de incêndio acompanha cada take de perto.
- Adoro dirigir atores, mas cenas como estas exigem mais do diretor. O momento da explosão é rezar e cruzar os dedos para que nada dê errado.
A novela investe pesado na ação. O primeiro capÃtulo foi marcado por uma sequência forte. O carro em que estavam a mulher e os filhos de Tony explodiu em uma praça de Palermo, na Itália. A cena demorou dois meses para ser produzida.
Efeitos especiais
Em takes de fogo-cruzado, o diretor conta com a ajuda de uma equipe de efeitos especiais comandada por Marcelo Brandão.
- Na morte do Pavãozinho (Mário Gomes) eles fizeram um efeito de tiro com saquinho de groselha no peito do ator e inseriram por computação gráfica o momento que a bala estilhaça o caminhão.
As explosões também já renderam momentos engraçados no set.
- Explodimos um deck e o estrondo foi tão forte que carros a 2 Km de distância dispararam os alarmes. É comum também as pistolas e metralhadoras engasgarem na hora do tiro deixando os atores em uma saia justa.